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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Férias 2016 #5 - Piqueniques

Na Primavera-Verão de 2015, cá em casa, batemos todos os recordes em piqueniques. Não os contei na totalidade, mas foram imensos. Houve semanas que fazíamos dois. Este Verão foram menos em quantidade, mas bons em qualidade.


Porquê esta mania dos piquenique, perguntam vocês? Porque sim! E ao contrário do que o meu filho diz... Porque sim, é uma resposta. Uma resposta curta, mas válida. Porque é tão fácil sermos felizes num simples piquenique no meio do monte. Pessoalmente porque me sinto bem longe das multidões. Porque é um espaço ao ar livre, porque me permite respirar fundo e sentir aquele cheiro tão característico da natureza. E porque num simples parque de merendas podemos falar, cantar, gritar. Sim... Quando o parque está deserto eu grito - experimentem! Extravasa qualquer ansiedade que tenha cá dentro. Sou feliz a fazer piqueniques com a minha família e isso basta-me. 


Os lanches são do mais básico que há, até porque muitas das vezes decidimos mesmo na hora do lanche, então é atirar tudo para a cesta e aqui vamos nós! Tenho a sorte de morar perto de imensos parques de merendas, quase todos muito bem limpos e tratados, com diversões para os pequenos e não costumam estar muito cheios.



Este parque em particular é o Parque do Olival, muito perto do Mosteiro de Singeverga da ordem beneditina, no concelho de Santo Tirso.






quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Férias 2016 #4 - Póvoa de Varzim

As nortadas são características deste tempo de Verão à beira-mar. Não são algo que apreciemos em plena época balnear, mas pessoas do Norte habituadas a isto são pessoas prevenidas e a mim  nunca me apanham desprevenida. Na mala do carro andam sempre casacos e que belo jeito que nos dão nestas situações. Enquanto há aquela humidade tão característica no ar, o nevoeiro não levanta, o vento Norte sopra e não nos deixa estar na toalha a bronzear a pele, nada melhor que um passeio pela cidade.

Percorremos a pé a marginal, na Avenida dos Banhos. Passeamos pela zona do casino, sentamos-nos a relaxar enquanto o pequeno brincou no parque e como não podia deixar de ser, palmilhamos a famosa Rua da Junqueira e não viemos embora sem provar as tão boas e tradicionais rabanadas poveiras. 





rabanada poveira - a minha (sem molho)





Painéis de azulejos - Autoria de Fernando Gonçalves

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Férias 2016 #3 - Fé. Agradecer.


Parar e visitar Fátima é ponto obrigatório sempre que vamos passar férias para Sul. Não sendo o caso deste ano, resolvemos na mesma lá ir. 
A fé não se impõe. Sente-se. Ou se acredita, ou não. É algo impalpável e talvez por isso tão difícil de entender e gerador de várias interrogações e conflitos. 
Embora eu tenha certas reservas à parte turística e comercial que é cada vez maior neste local, entre outros parecidos, teimo em lá ir. Agradeço. Peço muito pouco ou nada mesmo. Sinto-me bem, mais leve, em paz comigo mesma e com os meus.







sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Férias 2016 #2 - Praia de Vila Chã

Nós por cá, apreciamos a praia de manhã. Chegar por volta das oito e meia, dar uma pequena caminhada, tomar um cafézinho e depois aproveitar ao máximo o areal. Por volta das onze e meia, hora em que o calor começa apertar, é ver-nos arrumar as trouxas rumo a casa.

A praia de Vila Chã, pertencente ao concelho de Vila do Conde é a minha praia de eleição. Todos nós temos A nossa praia não é? Aquela que nos traz boas recordações, ou porque inexplicavelmente nos sentimos em casa.

Uma praia com areal extenso mas sossegado. Uma vila piscatória com gentes simpáticas. Se formos de manhãzinha bem cedo podemos presenciar a chegada dos pescadores da faina da pesca e ver as peixeiras logo ali a venderem o peixe fresquinho.


Ainda deserta...





Pescadores acabados de chegar da faina, a puxar a embarcação para terra com auxílio do guincho


Peço desculpa pelo pormenor ali do desconhecido, mas ele teimava em não baixar a camisola

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Férias 2016 #1 - Cheguei!

Se manter este blog actualizado e sempre com receitas inovadoras fosse o meu emprego, já eu tinha sido despedida à muito. Por aqui neste Verão não se viram receitas de gelados, de semifrios, de sugestões doces nem receitas de bebidas frescas.

Ao contrário de alguns animais, eu 'hiberno' no Verão. Não sou uma pessoa de calor e dá-se-me uma preguicite aguda. Sempre que posso, fujo do calor das panelas, é raríssimo ligar o forno e faço apenas o essencial para não se morrer à fome aqui em casa.

Começando as temperaturas a descer, lá regresso à cozinha com a colher de pau numa mão e a máquina fotográfica na outra.

Assim sendo, a nível culinário mostrar-vos-ei em breve as poucas receitas que fiz, uma tristeza, eu sei, mas compenso-vos com muitas fotos das nossa férias. Andei sempre por perto de casa mas deu para passear bastante e relaxar. Fizemos muita praia, alguns piqueniques, dois dias de piscina, muitas sonecas, muitos filmes, alguns passeios pelas redondezas, caminhadas, corridas e experimentei o btt (aliciada pelo marido).

Conto regressar devagar, devagarinho... Por enquanto fiquem com um cheirinho das nossas férias:

Brincadeiras com o pequeno

Miminhos da mãe

Areia e mar


Fé. Agradecer!

Fotografia... Mas preciso urgentemente de investir numa máquina nova!

Algumas comididnhas...



Churrascadas

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Um fenómeno no mínimo... Estranho! Não?

Olá!

Ajudem-me lá um bocadinho a entender este fenómeno estranho do meu blog, aqui à nabiça dos blogs e realidades virtuais...

Ultimamente este meu estaminé, teve uma subida grande de visualizações. O que despertou a minha curiosidade, claro está.

Andei a ver as estatísticas e qual não é o meu espanto quando vejo  que a minha maior percentagem de visualizações vem de onde...??? Pasmem-se! Da Rússia! 

Isto é uma coisa normal?

Portugal está em segundo lugar mas com um número bastante inferior. A Rússia está lá no top mesmo, assim com uma diferença abismal em número de visitas :-)

Por estes dias... Bom fim de semana!

Agosto. Mês de férias. Nós por cá, avaria no carro. Valor do arranjo que daria para passarmos um mês numa qualquer ilha paradisíaca. Resultado: Cancelamento das férias. Dores de cabeça. Carteira a esvaziar num ápice. Ver o copo meio cheio. Podia ser bem pior. Aproveitar na mesma. A felicidade constrói-se da forma que nós quisermos. Uma manhã de praia perto de casa. Brincar muito. Jogar à bola. Jogar raquetes. Banhos em águas a 12ºC em vez dos apetecíveis 24ºC. Mimo. Muito mimo. Lanchar na toalha. Areia nos pés. Na toalha. Nos olhos, e na sandes mista! Repôr stock de vitamina D. Mais mimos. E beijinhos. E abraços. Hora de ir embora. Banhos para tirar o sal e areia do corpo. Areia no hall da entrada. Um rasto de areia desde o hall até à banheira. Banhos tomados. Almoço feito. Chão limpo. Roupas a lavar. Sesta da tarde. Três numa cama de 1,40 de largura. Tão bom. Onde está o botão de repeat?




quarta-feira, 13 de julho de 2016

Desabafos do quotidiano #1

Bem sei que este é um blog de receitas, onde vos mostro também alguns passeios fora da cozinha e alguns desabafos quotidianos. E hoje é mesmo sobre isto que vos venho falar. Da vida familiar, do dia-a-dia e em particular dos filhos.

Quem tem filhos deve compreender estes meus anseios e mesmo quem não os tem deve pelo menos imaginar. Está-me a ser ligeiramente difícil deixar voar o meu filho. Ele tem apenas 4 anos e sinto-o aos pouquinhos a sair do ninho protector dos pais e abraçar o mundo sem estarmos sempre em cima dele. 

Estas últimas semanas teem sido recheadas de abrir-asas e de primeiras vezes. Passar um dia inteiro sem nós pais, ir a festas de aniversário a casa de amiguinhos e prevê-se a primeira dormida fora de casa. Embora eu confie nas pessoas com quem o deixe, custa-me um bocadinho não estar lá, não presenciar as aventuras que depois me conta com palavras desenfreadas. Vejo no olhar dele que é feliz, que gostou, e não quero de todo privá-lo desse conhecimento; até porque se recuar ao tempo da minha infância, foi repleta de aventuras. Eu dormia em casa de coleguinhas, eu ía para a escola primária sozinha, eu brincava horas a fio na bouça com os meus primos e estávamos à vontade sem a presença de nenhum adulto e só quando ouvíamos as vozes 'ó joanaaaaaaaa... meninossss venham para dentro...' é que largávamos a brincadeira.

Mas os tempos mudaram. As notícias alarmantes que nos entram em casa quase todos os dias pela televisão, jornais e rádio faz com que tudo isso mexa comigo e tenho receios que tenho que ir desbloqueando, bem sei. Por vezes penso: Serei normal? Será que todos os pais são assim ou teem pensamentos e medos semelhantes?

E assim, mesmo com estas dúvidas e receios, cá vou andando ao sabor do vento e abrindo as asas devagarinho. E mesmo com o coração a querer pular para fora do peito de cada vez que o deixo envergar numa nova aventura, faço-o de consciência tranquila e seja o que Deus quiser. 

terça-feira, 28 de junho de 2016

Fora da cozinha #10

O tempo bom convida a passeios, a piqueniques, a noitadas, a churrascos, a programas em família e amigos.

E por isso, a vontade de fotografar comidinhas e de andar entre tachos e panelas diminui dramaticamente. Não que cozinhe menos, mas a máquina fica guardada no saco e só sai para fotografar belas paisagens, como esta que vos mostro.

Um passeio à montanha da Penha. Com um santuário, com grutas para descobrir, com escadarias que nos levam a miradouros com vista privilegiada da cidade de Guimarães e muito mais... Mochila às costas, sapatilhas nos pés e cá fomos nós à descoberta!